terça-feira, 8 de abril de 2008

EÇA DE QUEIRÓS, LÊ ISTO!!



Um pai e uma filha australianos, John e Jenny Deaves, viveram 30 anos separados e, quando se reencontraram - como é que eu posso dizer isto, mantendo o meu almoço no estômago? - "o amor aconteceu" e agora têm uma filha (e uma neta). Mas - calma - ambos sabiam que eram pai e filha, não houve cá nada desses enredos queirosianos.


Jenny diz que se trata de uma relação entre dois adultos e pede apenas um pouco de respeito e compreensão (eu peço um saquinho de vómito, se faz favor!) e que olhou para o seu pai como quem olha para um homem no balcão de uma discoteca e pensou "não é nada mau" (palavras da própria).


Por seu lado, John, diz que no princípio lhe parecia errado ter relações sexuais com a própria filha, mas que acabou por ultrapassar esse problema e agora até diz que é "fantástico" (palavras do próprio). Ok.

4 comentários:

Happinêss disse...

Mas... isso não é tipo... crime?

vemanuelas@gmail.com disse...

Não os cremem não! hiecccccccccccccccccccccccc!

Otium disse...

... well... é o que se costuma dizer: "tal pai tal filha"... que nojooooooo...

Anónimo disse...

O incesto só é considerado crime nas civilizações ocidentais, de influência judaico-cristã. E isso porque cedo foram detectados os problemas decorrentes da consanguinidade.(ou seja a criancinha da foto tem 90% de probabilidades de ser mais maluca que os pais!). A nossa Cleópatra, cujos amores com César e Marco António ficaram para a história, pôs, alegremente, os palitos a Ptolomeu, seu marido e seu irmão!

De qualquer forma, os amores de Carlos Eduardo e Maria Eduarda, que o Eça conta, são mais poéticos. Esta história do balcão da discoteca dá à coisa um ar um bocado rasca!

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